Justiça reconhece fraude na privatização da Companhia Vale do Rio Doce
Dez anos depois de ações populares terem sido abertas para questionar o processo, privatização da maior exportadora e produtora de ferro do mundo pode ser revertida; decisão judicial possibilita reabertura de processo contra a venda da Vale (publicado em 2006) Fonte: Brasil de Fato
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  A luta contra a privatização da Vale continua
O STF negou provimento ao recurso da Vale. As ações populares que questionam a privatização da empresa retornam a Belém. Fonte: Correio da Cidadania - SEXTA, 27 DE FEVEREIRO DE 2015 leia mais
 

 
 
  A lama da Samarco e o jornalismo que não dá nome aos bois
50% da Samarco pertence à Vale, a Vale que tirou o Rio Doce de seu nome e nele despejou lama tóxica. A outra metade pertence à anglo-australiana BHP Billiton, uma fusão da australiana Broken Hill Proprietary Company com a inglesa (radicada na África do Sul) Billiton, atuante nas veias abertas do Chile, Colômbia e Peru (onde tomou uma multa ambiental de US$ 77 mil após contaminação por cobre), no Canadá, Reino Unido e nos Estados Unidos, na Argélia, no Paquistão e em Trinidad & Tobago. Já protagonizou na Papua Nova Guiné uma contaminação fluvial histórica. As maiores mineradoras do mundo. Em Diário do Centro do Mundo/Por Alceu Luís Castilho, em seu blog. leia mais
 

 
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Rompimento da barragem de rejeitos da Samarco em Mariana-MG
 
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  Cair na real - LRF e juros
Se os gastos com a dívida interna brasileira, cujo montante passa de R$ 3,8 trilhões, continuarem crescendo com a taxa efetiva anual presente - aí nos 18% aa. – essa dívida subirá, em 30 anos, para 1/2 quatrilhão de reais. Um quatrilhão são mil trilhões: 1.000.000.000.000 x 1.000. Por Adriano Benayon, doutor em economia pela Universidade de Hamburgo e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.
   
  Momento decisivo
Por Adriano Benayon - 23.02.2015 - Na Constituição promulgada em 1988, há, pelo menos, dois pontos incompatíveis com a soberania nacional: o artigo 164 e a inserção fraudulenta –durante o processo da Constituinte - do acréscimo ao art. 166, em seu parágrafo 3º. O art. 164 sujeita o Tesouro – portanto a União Federal e o próprio País – a endividar-se junto aos bancos privados e demais concentradores de capital, pois: 1) dá ao Banco Central a competência exclusiva para emitir moeda; 2) o dinheiro que o BACEN cria, só o pode repassar aos bancos privados, sendo proibido de provê-lo ao Tesouro ou a qualquer ente público. O acréscimo ao § 3º do art. 166 (“excluídas as que incidam sobre: a) ...; b) serviço da dívida; c) ...”) libera os juros e amortizações da dívida dos requisitos a que estão sujeitas outras despesas para serem autorizadas.Em consequência desses dispositivos e do desequilíbrio nas relações de poder econômico e político, o serviço da dívida já nos custou, de 1989 a 2014, em moeda atualizada, mais de R$ 20 trilhões. Sim, mais de R$ 20.000.000.000.000,00, o equivalente a quatro PIBs de 2014.
   
 
   
Dra. Clair
Rodadas de Debates da Dívida Pública no Paraná – “Não existe governo, existe um estamento burocrático a serviço do poder financeiro”
Em uma nova rodada de debates e palestras sobre a Auditoria Cidadã da Dívida do Brasil e dos Estados, realizada em Curitiba entre os dias 12 e 14 de abril, em parceria com o Instituto Reage Brasil, Sindicatos dos Engenheiros do Estado do Paraná e Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região Metropolitana, junto à Instituições educacionais UNIBRASIL e UFPR, além de uma Audiência Pública na Assembleia Legislativa, expôs-se o funesto sistema de uma Dívida Pública artificialmente criada para transfe
 
 
 
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