Ap do lixo na A.L: Crônica do Lucro Anunciado
Leia matéria sobre A. P. Convocada pelo Dep. Cheida (PMDB), para debater o problema do lixo.

Na Audiência Pública sobre os resíduos sólidos, Convocada pelo Dep. Luiz Eduardo Cheida.

 (PMDB), realizada ontem, 14, na Assembléia Legislativa do Paraná, tivemos mais um capítulo da intrigante história do modelo adotado pelo SIPAR e o método de escolha da empresa vencedora do consórcio que administrará a coleta de lixo por um quarto de século em Curitiba e região metropolitana. E para constar como registro, para as gerações futuras, nas inúmeras audiências públicas realizadas não só em Curitiba, mas nas cidades vizinhas , a ausência, com raras exceções, o principal dos prefeitos, a começar por Beto Richa, o administrador de Curitiba, O Município do sistema integrado.

A espera da tecnologias do Admirável Mundo Novo -- Com suas ausências, os Representantes máximos dos executivos demonstram estar bem informados sobre o assunto ou, ao contrário, que estão dando pouca Importância aos debates, menosprezando uma Opinião Pública, o acesso às informações, e torcendo para que o problema seja resolvido logo e fiquem Livres de suas Obrigações ambientais? Esta é uma dúvida que paira na cabeça que todos que Participaram da Audiência, justamente porque, às vésperas de Tomada de Preços, na fase final do processo de escolha do consórcio vencedor, a Secretaria Executiva do SIPAR, Marilza Dias, deixa transparecer que não sabe Quais seriam ainda, afinal de contas, como propaladas novas tecnologias que Serão ADOTADAS projeto não. Uma lacuna que já havia Sido deixada no Edital, com seus métodos esotéricos de pontuação qauais, e persistiu até o licenciamento, como desprendeu-se da fala da coordenadora de Estudos e Padrões Ambientais do IAP, Ana Cecília Novacki: "Como não sabíamos como seriam Tecnologias ADOTADAS, concedemos uma que servisse para todas ", afirmou. Bom, se estivéssemos num cassino, eu apostaria no vermelho 22: precisaremos de muita sorte, já que para cada modelo de tecnologia adotado, existe uma espécie de Impacto Ambiental. O que nos força pergunta a pergunta: Que tipo de planejamento é este? Não seria o Município eo Consórcio que Deveriam induzir o melhor modelo mescla um deles? Somos o quarto maior Orçamento do País, e não entendemos nada do assunto, deixando para as empresas decidirem todo o processo? O discurso das Novas Tecnologias Seduziu a todos agora, mas, assustados, perguntamos: Que novas tecnologias são essas, que até agora, ninguém sabe Quais são? Quais impactos causarão? Em Quais locais já foram implantadas por estas empresas? E o Consórcio vencedor será mesmo o de Salomão Soiffer, do ramo imobiliário, unido com uma outra empresa, de energia, de inversões, de sei lá o quê, aquela espanhola? É, precisaremos de sorte, porque o oráculo está nebuloso e esperamos que isto não nos traga azar, nos fazendo tropeçar na escada e quebrar o pescoço como o juiz corajoso de Fazenda Rio Grande.

Lucro, inserção social e preservação ambiental -- Na AP de hoje, o discurso de Pedro Guimarães, responsável pelo projeto de reciclagem de resíduos sólidos de Tijucas do Sul, soou modesto diante dos números e do bilionário contrato do SIPAR e as Vantagens que Serão dadas ao consórcio vencedor (prazo de 21 anos, COM Possibilidade de Prorrogação por mais cinco, Concessão de 75% dos créditos de carbono, tonelagem preço, cláusulas de equilíbrio econômico, com o lucro da venda dos produtos reciclados até mesmo de particulares. Em contrapartida, uma salinha para 50 pessoas assistirem vídeos sobre Conscientização Ambiental. Inclusão social? Nenhuma). Guimarães, o de Tijucas, explica que, durante quatro meses de operação da pequena Cooperativa de Recicladores, conseguiram desativar o lixão, recolheram 40 mil quilos de lixo e conseguiram R $ 6 mil que foram distribuídos aos cooperados. Bom, mas então, o que explica um Adesão em massa dos prefeitos ao Consórcio, com uma certeza tão grande de que estão escolhendo o modelo certo? Por aceitam que, solidariamente, com o dinheiro dos seus contribuintes, subsidiar os custos do consumo do maior produtor de lixo do sistema, ou seja, a cidade de Curitiba? A resposta é simples. Basta dar uma olhada não Itaqui Rio, que tangencial Campo Largo e Balsa Nova, durante as enchentes, e ver a quantidade de lixo depositada nas suas margens. Basta conferir, não Orçmento dos Municípios como Verbas Destinadas às Cooperativas de Recicladores e aos projetos ambientais. A começar por Campo Largo, do Prefeito Edson Basso, atual presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (ASSOMEC), que com sua Maioria parlamentar na Câmara uma emenda Barrou de um vereador do seu próprio partido (Nelsão-PMBD) que destinava Verbas para cursos para os Recicladores na LDO deste ano. E a Secretária Executiva do SIPAR afirma, categoricamente, que o projeto não vai mexer com uma situação dos carrinheiros e Recicladores. Claro que não vai. Eles vão continuar coletando, como Infraestrutura não tem, nem caminhões, nem máquinas, das Administrações nem apoio do CA, vão atravessadores para vender, que vão vender ... Adivinhem para quem? E por isto, não é mera coincidência o deputado Tadeu Veneri, afirmar, na AP, que o lixo tornou-se um "negócio bilionário".

Durante a Audiência Pública, que também contou com uma presença da Dep. Rosane Ferreira (PV), AS PRÓPRIAS Licenças ambientais concedidas pelos órgãos municipais e estaduais para instalação de aterros industriais e outros nas cidades da região metropolitana foram questionadas. Leonardo Morelli chegou a falar de "promiscuidade de Licenças" concedidas pelo IAP e fez referência à máfia internacional do lixo. Afirmou temer sua vida estar em jogo, pelas denúncias que faz. O Líder Comunitário Jadir Silva de Lima voltou a denunciar quer o Funcionamento do Aterro do Caximba está Baseado em um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que tem validade não, falou até agora sobre a ausência de um conjunto habitacional na fotografia do terreno que permitiu o licenciamento. Outras entidades e pessoas, antes desconhecidas, vão surgindo como porta-vozes de um assunto novo, na ausência de seus prefeitos, assembléias Próprias que Realizam. Cito um deles. Ademir Artigas, líder Comunitário, de itaperucu: "Nossa cidade é pobre, ea única indústria que pretenderam levar para lá é justamente um aterro", indignado afirmou, causando constrangimento e emoção nos presentes. Pena como que a imprensa foi embora cedo sempre,. Ah! Esta tirania das Redações tirania terrível, o aliciamento de classes, uma omissão e os cursos de jornalismo à distância, em três vezes sem Acréscimo.

Cursos de Meio Ambiente para vereadores e prefeitos -- O Instituto Reage Brasil, posicionou-se favoravelmente ao ponto de vista do Ministério Público do Meio Ambiente do Paraná: Ou seja, o de que cada Município cuide de seu próprio lixo, ou em modelos que Contemplem a união de dois ou três pequenos municípios, com políticas de redução de resíduos, Fiscalização e com responsabilização gradual empresas pela destinação final do lixo que produzirem. Afinal, um município que não consegue administrar seu próprio lixo Deveria fechar as portas, já que o Aníbal Cury não está mais aí mesmo para recria-los com objetivos políticos. Seria necessário investimento? Claro. Mas seria necessário também, no mínimo, que os prefeitos soubessem o que está acontecendo com o clima do mundo, das tragédias ecológicas, das enchentes e do aquecimento global.

Quimeras e Metas -- A Secretária Executiva do SIPAR, Marilza Dias, afirmou, em defesa do projeto seu, que o Plano Integrado de Resíduos Sólidos "tem metas". E espera-se que estas metas não Sejam semelhantes aquelas que fiscalizaram e Determinaram o tempo de vida útil do Caximba, e estas que os prefeitos das regiões metropolitanas estão destinando em seus orçamentos plurianuais para as pastas de Meio Ambiente ea inclusão social dos carrinheiros.

O Camponês Eloquente - Mesmo Vendo, seguidamente, a mesma expressão de descaso de muitas Autoridades Com relação ao assunto, durante as Inúmeras das participei da APS UAIS, tenho por mim como todas as atas de APs acerca dos resíduos sólidos de Curitiba e Região Metropolitana - como as terracotas fazer "Camponês Eloquente", que contaram como era a vida de um escravo no Egito AC para o mundo contemporâneo - ficarão gravadas para épocas ou mais modernas, no mínimo ... eleitorais!

* Marcos Henrique Guimarães, jornalista, escritor e vice-presidente do Instituto Reage Brasil



Assista no vídeo, os pronuciamentos de Marilza Dias, Secretária Executiva do SIPAR, Dep.. .. .. .. Luiz Eduardo Cheida, presidente da Comissão de Meio Ambiente na Assembléia Legislativa, o Dr. Robertson, do Ministério Público do Meio Ambiente, Dep.. .. .. .. .. Rosane Ferreira (PV), Dep.. .. .. .. .. Tadeu Veneri e do líder Comunitário do Caximba, Jader Silva.

 

 
 
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